Elaborado para divulgar conteúdos sobre a Política de Saúde da Mulher no Brasil e as atividades desenvolvidas por discentes da Faculdade de Enfermagem da UFPa no Projeto de Monitoria Corujinhas da Amazônia.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Homologação das inscrições
Todas as inscrições para o Processo Seletivo de Monitores do Edital 02 de 2013 -FAENF, foram homologadas ontem e divulgadas no mural da Faculdade de Enfermagem. A prova escrita realizar-se-á dia 28.03.2013, 'as 8:00horas, na sala VI da faculdade.
O que é familia
O que é Família:
Designa-se por família o conjunto de pessoas que possuem grau
de parentesco entre si e vivem na mesma casa formando um lar. Uma família
tradicional é normalmente formada pelo pai e mãe, unidos por matrimônio ou
união de fato, e por um ou mais filhos, compondo uma família nuclear ou
elementar.
A família é considerada uma instituição responsável por
promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento dos mesmos no meio
social. O papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo é de
fundamental importância. É no seio familiar que são transmitidos os valores
morais e sociais que servirão de base para o processo de socialização da
criança, bem como as tradições e os costumes perpetuados através de gerações.
O ambiente familiar é um local onde deve existir harmonia,
afetos, proteção e todo o tipo de apoio necessário na resolução de conflitos ou
problemas de algum dos membros. As relações de confiança, segurança, conforto e
bem-estar proporcionam a unidade familiar.
Além da tradicional estrutura familiar denominada nuclear ou
elementar, as transformações sociais e culturais, proporcionaram a existências
de diferentes estruturas familiares:
Família monoparental: composta
por apenas um dos progenitores: pai ou mãe. Os motivos que possibilitam essa
estrutura são diversos. Englobam causas circunstanciais (morte, abandono ou
divórcio) ou ainda, a decisão (na maior parte dos casos, uma decisão da mulher)
de ter um filho de forma independente.
Família comunitária: nesta
estrutura, todos os membros adultos que constituem o agregado familiar são
responsáveis pela educação da criança.
Família arco-íris: é
constituída por um casal homossexual (ou pessoa sozinha homossexual) que tenha
uma ou mais crianças ao seu cargo.
Família contemporânea: é
caracterizada pela inversão dos papéis do homem e da mulher na estrutura
familiar passando a ser a mulher a chefe de família. Abrange a família
monoparental, constituída por mãe solteira ou divorciada.
Outros conceitos de família são:
Família Real: constituída pelo soberano
(um rei ou uma rainha) e todos os seus descendentes. Os membros de uma família
real são figuras importantes e gozam de determinados privilégios na nação que
representa.
Sagrada Família:
constituída pela tríade cristã representada na Bíblia Sagrada por Jesus, Maria
e José.
O que é uma Mãe Coruja
O que é uma Mãe Coruja:
Mãe coruja significa o verdadeiro amor de mãe, que não
vê nos seus filhos nenhuma imperfeição. Designa uma mãe muito zelosa,
preocupada com os seus filhos e que os protege em todas as situações.
A expressão surgiu com a fábula "A Coruja e
a Águia", do escritor francês La Fontaine, também reescrita por
Monteiro Lobato e outros autores.
Conta a fábula que a coruja encontrou a águia e lhe disse:
- Ó águia, se vires uns passarinhos muito lindos num ninho, com uns biquinhos muito bem feitos, olha lá não os coma, que são os meus filhos!
A águia prometeu-lhe que não os comeria. Foi voando e encontrou numa árvore um ninho e comeu todos os filhotes. Quando a coruja chegou e viu que lhe tinham comido os filhos foi ter uma conversa com a águia, muito aflita:
- Ó águia, tu foste falsa porque me prometeste que não comeria meus filhinhos, mas mataste todos!
Disse então a águia:
- Eu encontrei uns pássaros pequenos num ninho, todos depenados, sem bico e com os olhos tapados, e comi-os. E como tu me disseste que os teus filhos eram muito lindos e tinham os biquinhos bem feitos entendi que não eram esses.
- Pois eram esses mesmos, disse a coruja.
- Pois então não sou eu que estou errada, me enganaste tu com a tua cegueira.
- Ó águia, se vires uns passarinhos muito lindos num ninho, com uns biquinhos muito bem feitos, olha lá não os coma, que são os meus filhos!
A águia prometeu-lhe que não os comeria. Foi voando e encontrou numa árvore um ninho e comeu todos os filhotes. Quando a coruja chegou e viu que lhe tinham comido os filhos foi ter uma conversa com a águia, muito aflita:
- Ó águia, tu foste falsa porque me prometeste que não comeria meus filhinhos, mas mataste todos!
Disse então a águia:
- Eu encontrei uns pássaros pequenos num ninho, todos depenados, sem bico e com os olhos tapados, e comi-os. E como tu me disseste que os teus filhos eram muito lindos e tinham os biquinhos bem feitos entendi que não eram esses.
- Pois eram esses mesmos, disse a coruja.
- Pois então não sou eu que estou errada, me enganaste tu com a tua cegueira.
Moral da história: Aos olhos das mães, os filhos são
sempre perfeitos e lindos. Já diz o ditado "Quem ama o feio, bonito lhe
parece".
domingo, 24 de março de 2013
Evolução das Políticas de Saúde da Mulher.
EVOLUÇÃO DAS POLÍTICAS DE SAÚDE DA MULHER
http://gestarparirenascer.blogspot.com/2009/06/evolucao-das-politicas-de-saude-da_11.html
Mulheres
são 50,77% da população brasileira, elas são usuárias e acompanhantes no SUS.
NHB não
satisfeitas prejudicam a qualidade de vida destas mulheres, que tem seus
problemas agravados por discriminação nas relações de trabalho e sobrecarga com
as responsabilidades do trabalho doméstico. Outras variáveis como etinia e
situação sócio-economico-epidemiologica realção ainda mais as desigualdades. As
mulheres vivem mais que os homens , porém adoecem mais frequentemente. Esta
vulnerabilidade está mais relacionada com a situação de discriminação social do
que com fatores biológicos.
Nossa
realidade epidemiológica retrata a doenças de países desenvolvidos com aquelas
típicas de países sub-desenvolvidos. Os padrões de mortalidade materna revelam
também essa mistura de doenças , que seguem as diferenças de desenvolvimento
regional e de classe social.
A Evolução
das Políticas de Saúde da Mulher
A saúde da
mulher no Brasil, foi incorporada as políticas nacionais de saúde nas primeiras
décadas do século XX. Nos anos 30, 50 e 70 os programas materno-infantis tinham
uma visão limitada sobre a mulher, com base apenas em sua característica
biológica sendo seu papel social de mãe e do lar. Posso citar como exemplo o
Programa Nacional de Saúde Materno-infantil, elaborado em 1974.
Nesse
período, o compromisso desses programas limitava-se as demandas relativas a
gravidez e ao parto, mas com interesse específico na criança. Algumas análises
demonstram ainda, a preconização desses programas as ações materno-infantil
como estratégia de proteção aos grupos de risco e de maior vulnerabilidade,
como era o caso de crianças e gestantes.
Uma outra
característica era a verticalidade e a falta de integração com outros
programas, resultando assim, em uma assistência fragmentada. O movimento
feminista criticou esses programas por conta da forma reducionista com que
tratavam a mulher, que só tinha acesso a alguns cuidados de saúde no ciclo
gravídico-puerperal, ficando a maior parte da vida sem assistência.
As mulheres
organizadas argumentaram que elas tinham outras necessidades e problemas
próprios de sua condição feminina, reivindicaram sua condição de sujeitos de
direito com necessidades que extrapolam o período de gestação e parto, exigindo
ações que lhes proporcionassem melhora das condições de saúde em todo ciclo de
vida, e com forte atuação no campo de saúde contribuíram para introduzir ações
até então relegadas a segundo plano.
Com a
análise das propostas o Ministério da Saúde elaborou em 1984, o Programa de Assistência
Integral a Saúde da Mulher (PAISM) que incorpora como princípios e diretrizes a
descentralização, hierarquização e regionalização dos serviços, bem como a
integralidade e equidade de atenção.
O PAISM
incluía além da assistência ao Pré-natal, Parto e Puerpério, ações educativas,
preventivas, de diagnóstico e tratamento, bem como assistência a mulher em
clínica ginecológica, no climatério, planejamento familiar dentre outras
necessidades identificadas a partir do perfil populacional das mulheres. Aqui,
passa-se a considerar a população feminina com um novo perfil epidemiológico, o
que significa dizer que a mulher não morre apenas de causas obstétricas diretas
(aborto, hemorragia, infecção).
Entretanto,
esse programa não abrange todas as ações previstas nos documentos que norteiam
a Política de Atenção Integral a Saúde da Mulher, que a partir de 2003 passa a
contemplar segmentos da população feminina ainda invisibilizados e problemas
emergentes que afetam a saúde da mulher.
Hoje, o
PN/AISM tem como compromisso a implantação de ações de saúde que contribuam
para a garantia dos direitos humanos das mulheres e, redução da morbidade e da
mortalidade por causas preveníveis e evitáveis, tendo como publico alvo não
apenas as mulheres em todo ciclo de vida mas também atenção as mulheres rurais,
com deficiência, as negras, indígenas, presidiárias e lésbicas. Incorporando
ainda, o enfoque de gênero, direitos sexuais e direitos reprodutivos, violência
doméstica e sexual, reforçando a visão de integralidade da assistência prestada
as mulheres.
Comentários de
uma aluna sobre o tema:
Particularmente
achava bem chato ter que estudar essas políticas. Como uma amiga costuma dizer,
eu ainda não estava evoluída o suficiente para entender a essência do assunto!
E eu acho que é verdade!!! rsrsrs. Mas minha professora conseguiu "incutir"
as políticas em minha cabecinha.
Bem,
brincadeiras a parte... vamos ao que interessa. O texto expressa bem o
compromisso com a mulher em cada período. Durante as décadas de 30, 50 e 70 a mulher era vista como
"objeto da reprodução", ou seja, o importante era o cuidado durante o
ciclo gravidico-puerperal sendo o Pré-natal, parto e puerpério a atividade
principal do programa. Com a criação do PAISM em 1984, ela passa a ser o
"sujeito da reprodução", tendo nesse período o direito de assistência
em todo ciclo de vida. Em 2004, com a criação do PN/AISM, a mulher passa a ser
"sujeito da cidadania", é vista como cidadã com direitos de saúde
reprodutiva, sexuais, escolha da assistência que deseja, tipo de parto, presença
de acompanhante, aos quais não eram contemplados anteriormente.
Um outro
fator foi a mudança nos indicadores de morbi-mortalidade, sendo este,
importante para avaliar as condições de saúde de uma população. Índices de
morbidade e de mortalidade elevadas são indicativas de precárias condições
socioeconômicas, baixo grau de informação e escolaridade, violência familiar e
dificuldades de acesso a serviços de saúde de boa qualidade. Pois como foi
citado no texto, a mulher não morre apenas por causas obstétricas diretas, e
graças a mudanças no perfil epidemiológico podemos identificar as causas
indiretas próprias também do mercado de trabalho onde ela está inserida, e não
somente no ciclo gravídico-puerperal. Dentre as causas indiretas posso citar as
doenças crônico-degenerativas, cardiovasculares, os transtornos mentais, câncer
cérvico-uterino entre outras que vão mudando de acordo com o perfil de cada
população. No ano de 2003 passa-se a contemplar também, a atenção a segmentos
da população feminina que eram invisibilizados, como o caso das mulheres do
campo, com deficiência, presidiarias, indígenas, lésbicas e as negras.
É exatamente
o que expressa a figura desta postagem,
todas são mulheres, independente do período de vida, da cultura, raça, opção
sexual e portanto, como cidadãs todas tem o direito a uma assistência integral
e de qualidade.
Fonte:
Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção
Integral a Saúde da Mulher. Princípios e Diretrizes. Brasília 2007
O processo de construção do SUS tem grande influência em
toda evolução desta história.
Consulta a mulher - protocolo de enfermagem
PROTOCOLO
DE ENFERMAGEM
Saúde
da Mulher: Atribuições da enfermeira e suas respectivas ações.
Esta página foi revisada pela Professora MSc. Ana Paula Oliveira Gonçalves de acordo
com o Manual de Pré-Natal e Puerpério do MS.
Prestar
assistência à mulher em idade fértil
- realizando acolhimento e encaminhamento pertinentes às Ações Programáticas;
- realizando consulta de enfermagem ;
- realizando ações de Vigilância à Saúde da Mulher, notificando e acompanhando situações de risco ou agravos específicos ;
- estimulando, orientando e realizando a coleta de Citologia Oncótica e o exame das mamas ;
- tratando infecções vaginais/cervicais e outras DST segundo protocolo a ser padronizado: Tricomonas vaginalis; Candida albicans, Vaginose Bacteriana ;
- orientando quanto aos métodos de concepção e anticoncepção, indicando os métodos naturais e de barreira e estimulando o uso indiscriminado de condon ;
- promovendo ações educativas individuais e coletivas ;
- realizando educação preventiva em DST/AIDS e aconselhamento pré e pós teste para HIV ;
- imunizando/atualizando o quadro vacinal com vacinas Hepatite B, Tríplice viral, Dupla bacteriana e Febre amarela.
- referenciando para outros profissionais ou serviços quando necessário.
Prestar
assistência de enfermagem à mulher no período gravídico
- investigando amenorréia com realização de teste de gravidez e/ou exame obstétrico;
- realizando consulta de enfermagem a gestante segundo cronograma intercalada com avaliação médica, nutricional e odontológica ;
- realizando a matrícula no Pré-Natal, com preenchimento minucioso dos impressos padronizados ;
- classificando de forma preliminar o risco obstétrico ;
- calculando idade gestacional e data provável do parto ;
- solicitando exames preconizados no pré-natal ;
- controlando e avaliando o desenvolvimento gestacional (exame físico e obstétrico) ;
- orientando sobre as alterações decorrentes de modificações fisiológicas do organismo e medidas de alívio dos sintomas;
- incentivando o aleitamento materno ;
- realizando orientação nutricional ;
- dando sequência na conduta medicamentosa ;
- preparando a mulher para o momento do parto;
- orientando sobre a importância do retorno pós-parto e intervalo interpartal ;
- promovendo ações educativas individuais e coletivas, sobre o cuidado de si, cuidados com RN e com a família ;
- referenciando para a assistência odontológica ;
- registrando em formulários padronizados ;
- referenciando para outros profissionais ou serviços quando necessário ;
- realizando convocação e(ou) visitas domiciliares no caso de gestantes faltosas em situações de risco.
Prestar
assistência de enfermagem à mulher no período puerperal
- realizando consulta de enfermagem a todas as puérperas da área de cobertura;
- acompanhando a involução uterina e lóquios na primeira semana ;
- acompanhando e orientando o aleitamento materno ;
- realizando retirada de pontos caso necessário ;
- realizando orientação nutricional ;
- assistindo em suas necessidades emocionais, detectando alterações e prestando assistência necessária ;
- orientando e dando encaminhando quanto à contracepção no período específico e intervalo interpartal ;
- identificando anormalidades e dando encaminhamentos necessários ;
- realizando visita domiciliar à puérpera.
CONSULTA DE ENFERMAGEM NA ATENÇÃO
INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER - GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
1.
DATA
2.
IDENTIFICAÇÃO
3.
ANAMNESE
Antecedentes
familiares, pessoais e sexualidade:.....
Antecedentes ginecológicos:
- DUM (data da última menstruação);
- Ciclo Menstrual (duração, intervalo, regularidade, dismenorréia) ;
- Uso de MAC (Método Anticoncepcional) por auto-medicação ou prescrição médica, tipo e tempo de uso. Avaliação da adequação do método utilizado;
- Citologia oncótica anterior;
- Exame de mamas (método: auto-exame ou por profissional, regularidade).
Antecedentes obstétricos:
- Nº de gestações, nº de partos, nº de abortos, nº de cesareanas, nº de filhos nascidos vivos, nº de filhos vivos atualmente. Anotar também ocorrência de natimortos, óbitos neonatais e mal-formações congênitas;
- Experiência em cuidados com RN e aleitamento materno;
- Levantamento das necessidades humanas básicas ;
- Motivo da consulta;
- Início e tempo de duração dos sintomas.
3. EXAME FÍSICO/Gineco-obstétrico
- Peso/altura – cálculo do IMC.
- Dados vitais: PA, pulso, temperatura, respiração – avaliação.
- Exame no sentido céfalo-podálico.
- Inspecção de pele, anexos, mucosas e boca.
- Palpação de cadeias ganglionares.
- Mamas: volume, apresentação (flácidas,firmes,...), simetria, aspecto da pele (coloração, presença de lesões ou retrações), aspecto dos mamilos.
- Palpação das mamas: região axilar e supra clavicular, observando nódulos, endurações, alterações em geral, expressão bilateral de mamilos: descarga papilar uni ou bilateral, características (consistência, cor). Colher material e preencher impresso próprio.
- Ausculta pulmonar e cardíaca.
- Exame de abdome - palpação, percussão e MMII.
- Genitais externos: inspeção da região pubiana e vulva: coloração, lesões, aspecto.
- Exame especular: características vaginais (elasticidade, presença de lesões ou anormalidades), conteúdo vaginal: características do conteúdo vaginal (consistência, aspecto, cor, odor e quantidade, pH, teste de Whiff) e aspectos do colo do útero: coloração, epitélio, presença, localização e tamanho de lesões, características do muco cervical (cor, presença de pus), friabilidade e sangramento do colo à manipulação.
Específico para gestantes:
- peso anotar no gráfico (Normograma) observando o sentido da curva para avaliação do estado nutricional da gestante;
- exame de mamas;
- medida da altura uterina;
- ausculta dos BCF;
- inspeção dos genitais externos.
4. DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM
Definido
de acordo com as necessidades básicas alteradas.
5. CONDUTA
- coleta de material para Citologia Oncótica conforme padronização do Programa de Atenção Integral à Saúde da Mulher no momento do exame especular;
- realização do teste de Schiller no momento do exame especular;
- solicitação de exames laboratoriais padronizados para a gestante;
- indicação de tratamentos padronizados e controle, segundo o caso;
- orientação conforme diagnóstico de enfermagem definido;
- agendamento de consultas subsequentes ;
- encaminhamentos necessários.
6. REGISTRO
- registro dos achados, observações, diagnóstico de enfermagem e condutas ;
- preenchimento de impressos próprios - solicitações de exames laboratoriais e de exames citopatológicos;
- registro de procedimentos realizados ;
- preenchimento de ficha obstétrica padronizada, do cartão de gestante, e anotações na evolução do prontuário individual, para gestantes.
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